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| 01. O canavial: A cana de açúcar utilizada na produção da cachaça Moenda Nobre recebe tratos culturais naturais. Não há a adição de fertilizantes químicos no cultivo da lavoura. Na colheita, o corte é feito manualmente, sem a prática de queimadas, favorecendo a formação dos aromas agradáveis da cachaça, além de contribuir para a preservação natural da flora da região. |

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| 02. A moagem: A seção de moagem funciona em um galpão bem ventilado e coberto, protegendo a cana de açúcar da ação nociva do sol e da chuva. O espaço disponível tem capacidade para armazenar o volume de cana necessário para a produção de 01 dia, o que evita a estocagem do produto por períodos superiores a 24 horas. O bagaço da cana, gerado após a extração do caldo nas moendas, é utilizado como combustível na caldeira, e também na adubação natural da lavoura, juntamente com o vinhoto, gerado na etapa de destilação. Esta prática contribui para o total aproveitamento dos resíduos gerados pela fábrica, respeitando o meio ambiente e as boas práticas de fabricação do setor. |

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| 03. A decantação / filtragem / diluição: Após a moagem, o caldo da cana passa por um processo de filtração e retirada de impurezas, como o bagacilho da cana e a terra, para que não haja a interferência destas partículas sólidas nas etapas seguintes. Na diluição, é feita a correção do teor de açúcar do caldo a ser fermentado, garantindo a estabilidade do fermento. |

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| 04. A Fermentação: A fermentação é a etapa onde ocorre o esgotamento dos açúcares do caldo. O processo fermentativo ideal ocorre com o caldo de cana numa concentração de açúcares em torno de 15º brix, em um período de 24 a 30 horas. Após o esgotamento do açúcar, o caldo recebe a denominação de vinho, e permanece cerca de 4 a 6 horas em processo de decantação, evitando que possíveis partículas do fermento sejam arrastadas para a etapa de destilação. |

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